
A presidente do Partido Novo em Rondonópolis, Raquel Mattei, afirmou ter sido perseguida, xingada e intimidada por um motorista enquanto trafegava pela cidade. Segundo ela, a perseguição teria ocorrido por causa de um adesivo do pré-candidato a deputado federal Vinícius Santana, do Novo, fixado em seu veículo.
O relato foi publicado por Raquel nas redes sociais. Ela contou que estava acompanhada da filha quando passou a ser seguida por uma caminhonete por mais de quatro quilômetros.
– FIQUE ATUALIZADO: Siga nossas redes sociais e receba informações em tempo real (WhatsApp, Telegram e Instagram)
“Fui perseguida, humilhada, xingada pelas palavras mais horríveis, por um homem furioso, que me perseguiu por mais de 4 km. Ele jogou a caminhonete em cima do meu carro várias vezes, quase provocando um acidente. Foi uma das cenas mais terríveis que eu já vivi”, escreveu.
Raquel disse que, inicialmente, não entendeu o motivo da agressividade do motorista. Depois, afirmou ter concluído que a situação estaria relacionada ao adesivo político colado na parte traseira do carro.
“Demorei um pouco para entender o porquê daquele ódio todo, até descobrir que tudo isso era por conta de um adesivo que estava atrás do meu carro, do pré-candidato Vinícius Santana”, relatou.
Ainda segundo a presidente do Novo, o homem seguiu o veículo até a entrada do condomínio onde ela mora. Raquel afirmou que ficou assustada com a situação e temeu pela própria segurança e pela segurança da filha.
“Um homem covarde me perseguiu até a entrada do meu condomínio. Não sei o que ele queria fazer comigo e minha filha, mas sei que sentimos muito medo”, afirmou.
Ao comentar o episódio, Raquel classificou o caso como intolerância política e disse que situações como essa não podem ser aceitas.
Após a divulgação do relato, o pré-candidato do Novo ao governo, Marcelo Maluf, publicou uma nota de solidariedade à correligionária e defendeu a apuração do caso.
“Muito indignado com esse caso envolvendo minha amiga Raquel Mattei, presidente do Partido Novo em Rondonópolis. Não podemos tolerar que uma mulher seja perseguida, intimidada ou ofendida por suas posições políticas”, afirmou.
Maluf também disse que divergências políticas não podem justificar atos de intimidação. “A democracia exige respeito, mesmo quando existem divergências. Quando a intolerância ultrapassa os limites do debate e se transforma em perseguição, toda a sociedade perde”, declarou.
Fonte:Estadão MT




