Politec confirma asfixia como causa da morte de Olga Beatriz e pai é indiciado por feminicídio | HiperNotícias

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A Polícia Civil concluiu o inquérito que investigou a morte da adolescente Olga Beatriz Santos da Silva, de 12 anos, assassinada em Várzea Grande, e indiciou o pai da vítima pelo crime de feminicídio no contexto de violência doméstica e familiar. O procedimento foi finalizado pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e encaminhado ao Poder Judiciário, com cópia ao Ministério Público.

O exame de necropsia realizado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) confirmou que a causa da morte da adolescente foi asfixia mecânica. O laudo pericial foi incluído nas investigações que embasaram a conclusão do inquérito policial.

Conforme a Polícia Civil, o suspeito foi indiciado por feminicídio com agravantes relacionados à forma como o crime teria sido cometido e à idade da vítima, que era menor de 14 anos.

O caso ocorreu no dia 7 de junho, no bairro Serra Dourada, em Várzea Grande. A adolescente foi encontrada pela mãe dentro da residência do pai, após a mulher estranhar a demora do ex-companheiro para permitir a entrada no imóvel.

Após o crime, o suspeito deixou o local e, posteriormente, se apresentou à polícia. Ele foi preso e teve a prisão convertida em preventiva pela Justiça.

Durante a investigação, a DHPP apurou as circunstâncias da morte e ouviu familiares e testemunhas para esclarecer a dinâmica do crime. O histórico de violência envolvendo o investigado também foi analisado pelos investigadores.

Com a conclusão do inquérito, o caso segue para análise do Ministério Público e do Poder Judiciário.

RELEMBRE O CASO

Olga Beatriz Santos da Silva foi encontrada morta dentro da residência do pai, no bairro Serra Dourada, em Várzea Grande, no dia 7 de junho. A mãe da adolescente foi até o imóvel para buscar a filha e encontrou a menina caída em um dos quartos.

Na ocasião, o pai da vítima deixou o local e, posteriormente, se apresentou à polícia. Ele foi preso e teve a prisão convertida em preventiva pela Justiça.

Durante as investigações, a Polícia Civil apurou que o suspeito já possuía histórico de violência contra a ex-companheira, mãe da adolescente. A investigação também analisou diferentes hipóteses sobre a motivação do crime.

Com o encerramento do inquérito pela DHPP, o caso segue agora para análise do Ministério Público e do Poder Judiciário.

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Fonte: Hiper Notícias