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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) confirmou nesta quarta-feira, 29 de julho, que conversou com o senador Jayme Campos (União), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, mas negou ter tratado de eventual apoio político. Segundo ele, o encontro foi uma conversa cordial entre vizinhos, já que ambos moram no mesmo prédio.
A declaração ocorre na véspera da convenção do União Brasil, marcada para esta quinta-feira (30). O partido deve decidir, por meio de votação interna, se manterá a candidatura de Jayme ao Palácio Paiaguás ou se apoiará Pivetta.
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Parte da legenda defende o apoio ao governador. A posição também é compartilhada pelo ex-governador Mauro Mendes (União), que deve disputar o Senado.
Questionado se Jayme teria sinalizado apoio ao seu projeto político, Pivetta afirmou que a conversa não avançou para esse tema.
“Não, não chegou a garantir. Eu também não avancei a esse ponto. Eu converso cordialmente com ele porque a gente tem muita afinidade, moramos no mesmo prédio e conversamos seguidamente”, disse.
Apesar da disputa política, o governador fez elogios ao mandato do senador e destacou sua atuação em pautas consideradas estratégicas para Mato Grosso.
“Ele foi um grande senador nesse último mandato. Nós reconhecemos isso, precisamos reconhecer. Ele foi muito importante, tanto na questão da BR-163 como na ferrovia, a primeira ferrovia estadual do Brasil. Ele foi uma figura determinante para que Mato Grosso pudesse dar esses passos importantes que nós damos”, afirmou.
Na sequência, Pivetta voltou a criticar a burocracia federal e citou como exemplo a demora na liberação da licença para as obras do túnel no Portão do Inferno, na MT-251.
“Brasília, costumeiramente, tudo o que pode fazer para atrapalhar, atrapalha. Vou repetir um exemplo: a MT-251. Nós estamos aguardando a licença para fazer o túnel do Portão do Inferno. Estamos aguardando, aguardando e aguardando”, declarou.
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Fonte:Estadão MT




