Mulher de 20 anos é morta com tiro na nuca em Cuiabá; namorado é procurado pela polícia

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Crime aconteceu no bairro Alvorada; filho pequeno da vítima estava no imóvel e pode ter presenciado o assassinato

Ana Cristina Pacheco Matos, de 20 anos, foi morta com um tiro na nuca na manhã deste sábado (15), no bairro Alvorada. O principal suspeito do crime é o namorado da jovem, conhecido pelo apelido de “Pépi”. Equipes da Polícia Militar do 10º Batalhão realizam buscas para tentar localizar o homem.

Segundo informações repassadas pelo delegado Bruno Abreu, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Ana Cristina chegou a ser socorrida e encaminhada para uma unidade hospitalar, mas não resistiu ao ferimento e morreu.

Testemunhas relataram à polícia que o suspeito teria chegado à residência por volta das 5h, efetuado o disparo contra a vítima e, em seguida, trancado a porta antes de fugir do local em uma motocicleta.

Dentro da residência, os investigadores encontraram uma mala com roupas já separadas. Uma das linhas investigadas é de que o suspeito pudesse tentar criar um álibi, indicando que estaria viajando ou fora da cidade no momento do crime.

O casal estaria tentando reatar o relacionamento e tinha um filho pequeno, de aproximadamente 2 a 3 anos. A criança estava no imóvel e foi encontrada acordada e em estado de choque. A Polícia Civil trabalha com a possibilidade de que o menino tenha presenciado parte da ocorrência.

A perícia foi acionada para analisar a residência. Conforme a DHPP, quando os investigadores chegaram, Ana Cristina já havia sido retirada do local e a cena do crime não estava preservada.

SUSPEITO É PROCURADO

Equipes das polícias Militar e Civil realizam buscas pelo suspeito neste sábado. A Polícia Civil já dispõe de fotografias e outras informações para auxiliar na identificação e localização do homem.

Os possíveis destinos de fuga não foram divulgados para não prejudicar as buscas. Caso o suspeito não seja localizado em situação de flagrante, a Polícia Civil poderá representar à Justiça pela prisão preventiva.

O caso segue sob investigação da DHPP.

Fonte: Lapada Lapada