Após as revelações de pagamentos feitos pela empresária Roberta Luchsinger ao ex-chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o senador e candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, reagiu as descobertas e criticou Fabio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Como mostrado pela CNN, Luchsinger, amiga de Lulinha, fez pagamentos para o então chefe de gabinete de Lula, o Marcola. Ele ficou no cargo durante todo o atual governo do petista e deixou o posto no dia 21 de julho deste ano. Oficialmente, Marcola deixou o cargo para integrar a campanha de Lula à reeleição, mas fontes relataram à CNN que o real motivo foi a descoberta desses pagamentos.
A CNN também mostrou que Marcola admitiu em nota ter recebido recursos de Luchsinger, mas rejeitou haver qualquer ilegalidade.
Em vídeo publicado no X na noite de terça-feira (3), Flávio Bolsonaro repercutiu a revelação e questionou: “Por que ele recebeu esses milhares de reais? De onde veio o dinheiro?”
Marque aquele seu amigo petista que está em negação e mostre a verdade pra ele. pic.twitter.com/09qUNdvXXo
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) August 4, 2026
Em nota, Marcola diz que a transação foi de cunho pessoal e já quitada pela empresária.
Na publicação, o candidato do PL também ironizou o adversário do PT na disputa pelo Palácio do Planalto. “Deve ser só uma coincidência o Lula ser pai do Lulinha, o mago das finanças e negócios de cannabis”, disse Flávio.
A PF (Polícia Federal) suspeita que um empresário do setor de tecnologia da Dataprev tenha atuado com Lulinha, o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes (conhecido como “Careca do INSS”) e Roberta Luchsinger na tentativa de firmar contratos do governo federal.
O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), foi sorteado o relator do pedido da PF para que seja instaurado um terceiro inquérito contra Lulinha. Segundo a PF, esse pedido faz referência à suspeita de tráfico de influência de Lulinha no governo federal em favor de empresas parceiras dele.
Na semana passada, a PF pediu e o ministro André Mendonça, do STF, autorizou a abertura de dois inquéritos contra o filho do presidente Lula, ambos por tráfico de influência e corrupção, sendo, em tese, um no Ministério da Saúde e outro no Dataprev.
Fonte: Cnn Brasil





