Pivetta promete reduzir policiais cedidos a órgãos públicos:“Lugar de PM é onde o povo está”; vídeo | Rdnews

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Governador Otaviano Pivetta TV Vila Real

O governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira (12) que pretende reduzir o número de policiais militares cedidos a órgãos públicos e defendeu que os agentes estejam prioritariamente nas ruas, em contato direto com a população. “Lugar de PM é onde o povo está”, afirmou em entrevista à TV Vila Real, na manhã de hoje.

Reprodução de Vídeo

 

Pivetta afirmou que, desde que assumiu o governo, em abril, e nomeou a primeira-sargento Adriana Rodrigues para comandar a Casa Militar 
determinou mudanças na estrutura, reduzindo ao mínimo possível o número de policiais empregados em sua segurança pessoal.

A medida, segundo Pivetta, tem como objetivo evitar que o efetivo da Polícia Militar seja comprometido com a segurança de autoridades enquanto há demanda por policiamento nas ruas.

“Eu determinei que mantivesse, na minha segurança, na segurança do governador, o mínimo de pessoas possíveis. O mínimo. E eu fico irritado com isso, porque, para mim, policial tem que estar onde o povo está, não é onde estão os governantes, onde estão os poderes estabelecidos”, afirmou.

Sem detalhar quantos policiais estão atualmente cedidos ou o percentual que pretende reduzir, Pivetta disse que há um número elevado de militares atuando no Centro Político Administrativo (CPA) e defendeu a transferência desse efetivo para atividades diretamente ligadas ao atendimento da população.

“Nós precisamos que esses policiais tomem consciência e também sejam comandados para saírem do CPA e irem para a base, irem atender a população. E eu estou dando o exemplo e, a partir do meu exemplo, eu vou cobrar para que se faça isso”, garantiu.

O efetivo previsto para a Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT) foi fixado em 13.256 policiais militares pela Lei Complementar nº 847, publicada em julho deste ano.

De acordo com o lotacionograma da corporação referente ao terceiro trimestre de 2026, entretanto, há um déficit superior a 5 mil policiais em relação ao quadro previsto. Na prática, o efetivo disponível é inferior a 8 mil militares.

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Fonte: RD News