Serviços recuam 4,8% em MT em junho, uma das maiores quedas do país – PNB Online

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(Foto: Reprodução)

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O volume de serviços em Mato Grosso caiu 4,8% em junho de 2026 na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (12.08) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O estado teve uma das quedas mais intensas do país no período.

Além de Mato Grosso, Rio Grande do Sul (-2,9%) e Amazonas (-8,5%) estiveram entre os estados que mais contribuíram negativamente para o resultado nacional. No Brasil, na direção oposta, o setor de serviços cresceu 2% em relação a junho de 2025.

Apesar da retração mensal na comparação anual, Mato Grosso mantém resultado positivo no acumulado de 2026. Entre janeiro e junho, o volume de serviços no estado cresceu 4% em relação ao mesmo período de 2025.

O desempenho coloca Mato Grosso entre as unidades da federação com maior contribuição positiva para o resultado nacional no primeiro semestre, atrás de São Paulo, que também cresceu 4% e tem peso maior na pesquisa, e do Distrito Federal, com alta de 9,1%.

No país, o setor de serviços ficou estável em junho na comparação com maio. Na comparação anual, o crescimento de 2% representou o 27º resultado positivo consecutivo. No primeiro semestre, a atividade também acumula avanço de 2%.

Entre as atividades pesquisadas nacionalmente, informação e comunicação teve o maior crescimento em junho frente ao mesmo mês de 2025, com alta de 9,4%. Já transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio recuaram 2,6%, enquanto outros serviços tiveram queda de 2,5%.

Turismo cresce em Mato Grosso

O turismo apresentou desempenho positivo em Mato Grosso no acumulado do primeiro semestre. Entre janeiro e junho, o volume das atividades turísticas cresceu 3,4% no estado na comparação com o mesmo período de 2025.

O resultado contrasta com o cenário nacional. No Brasil, as atividades turísticas recuaram 0,9% no primeiro semestre. Mato Grosso ficou entre os estados pesquisados que registraram crescimento, ao lado de Rio de Janeiro (5,4%), Bahia (3,8%) e Espírito Santo (2,6%).



Fonte: Pnb Online