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Adilson Gonçalves de Macedo tem 15 dias para pagar o débito indicado no processo.
VINÍCIUS ANTÔNIO
DO REPÓRTERMT
O prefeito de Barra do Garças (a 520 km de Cuiabá), Adilson Gonçalves de Macedo (União), tem 15 dias para pagar R$ 106.712,81 em um processo sobre irregularidades no registro de uma pesquisa eleitoral de 2020. O juiz eleitoral Michell Lotfi Rocha da Silva determinou que, se não houver pagamento voluntário, poderão ser acrescentados ao débito multa de 10% e honorários advocatícios de execução de 10%. O prefeito também pode propor acordo ou parcelamento à Advocacia-Geral da União (AGU).
A pesquisa foi registrada pela empresa Voice Pesquisas e Comunicação Ltda. Segundo decisão anterior do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), não foram informados no prazo exigido o número de eleitores entrevistados em cada bairro ou área pesquisada e dados sobre o perfil dos entrevistados.
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A empresa apresentou as informações ao se defender, mas o tribunal entendeu que a entrega tardia não corrigiu a irregularidade e manteve a multa de R$ 53.205 aplicada à Voice.
O valor cobrado de Adilson foi apresentado pela União em cálculo atualizado até 5 de setembro de 2026. Os documentos analisados tratam do mesmo processo, mas não detalham como se chegou ao débito individual de R$ 106.712,81. Também não permitem afirmar que ele corresponde apenas à atualização da multa aplicada à empresa.
A Voice também figura na cobrança e pediu o reconhecimento da quitação de seu débito com base em parcelas que afirma ter pago. O juiz determinou que a AGU analise os comprovantes e apresente, em dez dias, um cálculo atualizado para a empresa.
A última planilha judicial mencionada no despacho apontava saldo de R$ 62.820,68 para a Voice. O pedido de quitação ainda não foi decidido.
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Fonte: Repórter MT





