A Polícia Civil investiga se o corpo de um jovem encontrado em uma área de mata, no Morro São Judas Tadeu, em Peixoto de Azevedo, pode ser de Danilo, um dos investigados pela morte de Leonilson Profira Costa, de 50 anos.
O cadáver estava em avançado estado de decomposição e ainda não teve a identidade confirmada oficialmente. Familiares de Danilo estiveram no local e reconheceram características e roupas que podem pertencer ao jovem, que está desaparecido.
Danilo e outro homem foram presos após serem apontados como envolvidos na morte de Leonilson, ocorrida há cerca de duas semanas. Imagens de câmeras de segurança registraram os dois homens agredindo a vítima com pauladas.
Segundo a Polícia Civil, os suspeitos chegaram a admitir participação nas agressões. Depois de serem liberados, Danilo teria relatado à família que estava sendo ameaçado e, posteriormente, desapareceu.
Agora, os investigadores trabalham para confirmar a identidade do corpo e descobrir se o desaparecimento de Danilo tem relação com a morte encontrada na região de mata.
O delegado Thiago Barros afirmou que a investigação busca esclarecer o contexto da possível segunda morte e verificar a eventual ligação entre os casos.
O outro homem investigado pela morte de Leonilson também não foi localizado nos endereços informados à polícia. As buscas por ele continuam.
Leonilson foi agredido durante a madrugada de 12 de setembro e morreu posteriormente na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Peixoto de Azevedo.
Os dois suspeitos foram identificados por meio de imagens de câmeras de segurança e presos poucas horas após a agressão.
Durante o atendimento da ocorrência, eles alegaram que uma mulher teria chegado à residência de um deles pedindo ajuda e apresentando um ferimento na cabeça. Conforme a versão registrada pela Polícia Militar, Leonilson teria aparecido pouco depois armado com um martelo e tentado entrar no imóvel.
Os investigados afirmaram que impediram a entrada e depois agrediram Leonilson com um objeto contundente em via pública. Toda a ação teria sido registrada por câmeras de segurança.
A versão apresentada pelos suspeitos é contestada pelos familiares da vítima, que afirmaram que Leonilson era casado e mantinha um relacionamento com a mulher mencionada na ocorrência.





