A Polícia Civil identificou uma pessoa considerada possível suspeita no desaparecimento do professor Breno Antonio Humberto de Moraes, de 25 anos, em Várzea Grande. Com o avanço das diligências e a reunião de novos elementos, o caso deixou de ser conduzido pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas (NPD) e passou para o Cartório de Homicídio Consumado da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
A mudança na condução da investigação foi informada pela Polícia Civil nesta sexta-feira (2). O procedimento ficará sob responsabilidade do delegado Bruno Sergio Magalhães Abreu. Apesar da transferência, a equipe do NPD continuará auxiliando nas apurações e compartilhando as informações já levantadas.
A pessoa identificada pela polícia ainda é tratada apenas como possível suspeita. A eventual participação no desaparecimento não foi confirmada e segue sendo investigada. O nome não foi divulgado para não comprometer as diligências.
Apesar de o caso ter sido encaminhado ao setor responsável por homicídios consumados, a Polícia Civil ressalta que não confirmou a morte de Breno. A mudança de setor está relacionada à complexidade da investigação e aos elementos obtidos até o momento. As equipes continuam realizando oitivas, levantamentos, análises de informações e buscas em campo. Segundo a Polícia Civil, todas as denúncias recebidas estão sendo checadas, inclusive aquelas que inicialmente possam parecer sem relação com o desaparecimento.
A investigação também tenta identificar um motociclista e um veículo que foram mencionados durante as apurações. Até o momento, a polícia não informou qual seria a possível ligação deles com o desaparecimento do professor.
O caso mobilizou familiares, que vêm fazendo apelos por informações capazes de ajudar a localizar Breno.
Em um dos vídeos divulgados nas redes sociais, o irmão do professor reforçou o pedido de ajuda e afirmou: “Vivo ou morto, eu quero encontrar meu irmão.”
As investigações continuam.





