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A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), acompanhou, na quarta-feira (28), um mutirão de prevenção e diagnóstico do câncer de mama no Hospital Central, em Cuiabá. A unidade realizou mais de 100 procedimentos em um único dia, como parte das ações do Outubro Rosa.

A iniciativa integra a programação da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), que ampliou em aproximadamente 30% a oferta de serviços de ginecologia e mastologia na rede hospitalar contratualizada pelo Estado.

A medida busca acelerar o atendimento de mulheres que aguardam consultas e exames pelo sistema estadual de regulação, facilitando o diagnóstico precoce e o encaminhamento para tratamento.

Durante a visita, Gisela destacou a importância de transformar as campanhas de conscientização em ações concretas, garantindo que as pacientes tenham acesso aos serviços especializados.

No Hospital Central, foram priorizadas consultas com mastologistas e exames de mamografia, ultrassonografia de mama e transvaginal, além de ressonância magnética de mama e pelve. Gisela também acompanhou atividades da campanha no Hospital Geral e na Santa Casa, em Cuiabá.

A vice-governadora eleita ressaltou que a ampliação dos atendimentos precisa ser acompanhada de uma estrutura capaz de garantir a continuidade da assistência às pacientes. Segundo ela, a identificação precoce da doença aumenta as possibilidades de tratamento e cura.

Para Gisela, o desafio é fazer com que os avanços registrados durante a campanha sejam incorporados permanentemente à rede pública de saúde. A prevenção ao câncer de mama, afirmou, exige acompanhamento integral, desde as primeiras consultas até o diagnóstico e o tratamento, alcançando mulheres de diferentes regiões do Estado.

Acolhimento às mulheres

A programação também contou com a presença da Van Rosa, serviço da Secretaria de Estado de Políticas Públicas para as Mulheres que oferece orientação, acolhimento e apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade e violência doméstica.

Gisela destacou que a iniciativa reforça a necessidade de integrar os serviços de saúde às políticas de proteção social. Para ela, o atendimento às mulheres deve ir além da assistência médica, garantindo também acolhimento e proteção àquelas que enfrentam situações de violência, dependência econômica e outras vulnerabilidades.

Fonte:Folha de Mato Grosso