Justiça rejeita novo pedido de liberdade e mantém presa a mulher investigada por ser a mandante do assassinato de um advogado em disputa envolvendo R$ 4,5 milhões.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu manter a prisão preventiva de uma idosa investigada por supostamente ser a mandante do assassinato de um advogado.
A decisão reforça o entendimento de que, neste momento do processo, permanecem os motivos que justificam a custódia da acusada.
De acordo com as investigações, o crime teria sido motivado por uma dívida estimada em R$ 4,5 milhões. A Polícia Civil aponta que o homicídio foi planejado para impedir cobranças relacionadas ao valor milionário, levando à instauração de um inquérito que resultou na prisão da suspeita e no indiciamento de outros envolvidos.
A defesa entrou com um pedido de habeas corpus alegando que não haveria necessidade da manutenção da prisão. No entanto, o STJ entendeu que a gravidade do caso e os elementos apresentados durante a investigação justificam a continuidade da medida cautelar.
O processo segue em andamento, e a idosa continuará presa enquanto responde às acusações. Os demais investigados também permanecem à disposição da Justiça, conforme o andamento da ação penal.
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As autoridades seguem reunindo provas para esclarecer todos os detalhes do homicídio e definir a participação de cada um dos envolvidos no crime.




