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Dois homens, envolvidos em crimes de furto e receptação de joias, de uma joalheria na cidade de São Paulo (SP), foram presos em flagrante pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (7.11), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá.
Um dos suspeitos, de 44 anos, foi o responsável por furtar as joias na loja em São Paulo e vendê-las em um comércio na capital mato-grossense. A ação resultou na recuperação das joias furtadas e também na prisão o proprietário da loja, de 42 anos, pelo crime de receptação.
As prisões ocorreram após os policiais da Derf Cuiabá receberem informações sobre o furto, ocorrido na quinta-feira (5), em São Paulo. Na ocasião, o suspeito foi à joalheria, onde se apresentou com um nome falso e se passando por cliente, demonstrou interesse em adquirir as peças para revenda.
Durante o atendimento, o suspeito fingiu uma ligação telefônica e deixou do local. Logo em seguida, foi dada a falta de algumas peças, entre elas uma corrente de ouro de 25,4 gramas, avaliada em aproximadamente R$ 20 mil, pulseiras e relógios. Após sair da loja na capital paulista, o suspeito foi para o aeroporto e embarcou para Cuiabá.
Com base nas informações, os policiais da Derf Cuiabá iniciaram as investigações conseguindo identificar o suspeito e realizar a sua abordagem, na tarde de sexta-feira (6), no momento em que chegava a uma quitinete no bairro Areão. No momento da abordagem, o suspeito usava uma das pulseiras furtadas da joalheria.
Questionado sobre os fatos, ele confessou a autoria do furto e revelou que havia vendido o restante das peças em uma loja no centro da cidade. Em continuidade às diligências, os policiais foram até o local, onde recuperaram as demais joias furtadas, realizando também a prisão em flagrante do proprietário do estabelecimento pelo crime de receptação.
Diante dos fatos, os materiais foram apreendidos e os dois suspeitos foram conduzidos à Derf de Cuiabá, onde após serem interrogados, foram autuados em flagrante pelos respectivos crimes, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça.
Fonte:Estadão MT





